Introdução


Quem nunca ouviu falar das patricinhas, mauricinhos, clubbers, skatistas, góticos, entre outros. Todos nós já participamos ou já contribuímos de alguma forma com este fenômeno social, denominado Tribos Urbanas.

As primeiras Tribos surgiram nos anos 60 e 70. Os jovens geralmente se reuniam por questões sociais, economias e políticas. Hoje, porém, os adolescentes se agrupam por questões de modismo.

A busca por uma turma é em geral um refugio, é a vontade de agir por si só e se desvincular dos pais. Inseguros, agressivos e inconstantes, os adolescentes procuram formar uma identidade que lhes satisfaçam.

Cada Tribo possui uma espécie de marca registrada, com estilos, musicas, valores e modo de agir distintos. Afinal, vivemos em mundo de diferenças que devem ser tratadas igualdade.

sábado, 30 de abril de 2011

Como surgiu a Micareta ?

O termo micareta vem da expressão francesa “mi-carême”, que significa “meio da Quaresma”. Como o próprio nome diz, os primeiros carnavais fora de época da nossa história aconteceram na França do século XV, bem no meio da Quaresma, tempo estipulado pelo calendário católico-cristão para as pessoas se absterem dos prazeres terrenos.
No Brasil, algumas pesquisas trazem indícios de que a nossa primeira micareta teria acontecido há um século, na cidade de Jacobina, interior da Bahia. Naturalmente, essa primeira manifestação não contou com toda a parafernália que hoje marcam as micaretas espalhadas por todo o país. Na década de 1950, os baianos inventaram o primeiro trio-elétrico, espécie de carro alegórico que conduzia uma banda durante os festejos do carnaval. Durante várias décadas o uso do trio-elétrico e o carnaval fora de época ficaram restritos às festas acontecidas na Bahia. Somente em 1989, os foliões de Campina Grande, na Paraíba, tiveram a idéia de organizar a Micarande, a primeira micareta organizada fora dos domínios baianos.
A partir de então, esse movimento expandiu e passou a formar uma rentável atração turística que movimenta grandes quantidades de dinheiro pelo país afora. Hoje em dia, para participar desse evento, as pessoas desembolsam uma razoável quantia para adquirir o famoso “abadá”. Essa vestimenta, que permite o ingresso do folião, tem origem na cultura africana. Nos cultos religiosos afro-brasileiros, o abadá designava uma túnica apropriada para a celebração de determinados rituais. Tempos mais tarde, foi reutilizada para nomear a roupa dos capoeiristas.





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